Estação Memória: 50 anos do metrô de São Paulo

Um dos meios de transporte mais usados em São Paulo é o metro, não é mesmo? Você já parou para pensar como foi o seu processo de criação?

Para comemorar meio século de existência, o Metrô de São Paulo conta um pouco de sua história na exposição “Estação Memória“, que está rolando na estação Sé.

A mostra tem um totem na entrada, com um túnel em formato de “U” onde o visitante encontra fotos, vídeos, bilhetes, textos e itens que contam como rolou o processo de inserção de uma malha metroviária que hoje tem cerca de 100 km de extensão em seis linhas – sem contar as sete linhas que são administradas pela CPTM.

O visitante pode conferir uma maquete em tamanho real do trem A35, que é da frota original do Metrô e que foi a última composição a ser reformada. Há também um simulador que permite que os passageiros possam ver o trem de pertinho e dá para tirar fotos dentro dele.

Quando você estiver de passagem pela Sé, vale a pena visitar a exposição e conhecer um pouco da história da malha metroviária da terra da garoa.

A exposição está rolando dentro da estação Sé e pode ser visitada de segunda a sexta das 9h às 18h.

Qual a relação entre público e persona

Quem possui um negócio certamente já ouviu e leu sobre público-alvo. Para muitas pessoas, identificar o seu público-alvo é um dos passos mais importantes para garantir o sucesso do produto ou serviço que você oferta. A verdade, no entanto, é que este conceito aos poucos vem perdendo espaço para uma nova ideia que está se mostrando fundamental na criação de estratégias de marketing digital: a persona.

Em linhas gerais, podemos definir a persona como uma evolução do público-alvo que busca dar respostas inovadoras aos desafios impostos pela multiplicação da concorrência e da competição em ambiente digital. Vamos dar um exemplo fictício para explicar de maneira clara as diferenças entre público-alvo e persona.

Imagine uma empresa que trabalhe com entrega de refeições saudáveis. Ao definir seu público-alvo, ela descobrirá que ele é composto por homens e mulheres solteiros entre 20 e 45 anos que trabalham em edifícios comerciais do centro da cidade e que não têm tempo para preparar sua comida antes de sair de casa. Como é possível perceber, esse grupo de pessoas é muito vasto e tentar chegar a todas elas pode ser uma tarefa quase impossível dependendo do tamanho da empresa e da sua capacidade de produção.

É exatamente para isso que serve a criação da persona do seu negócio. No mesmo exemplo citado acima, os donos deste delivery iriam descobrir que, além das características do público-alvo, a persona, isto é, o cliente ideal, o arquétipo do consumidor daquele negócio se preocupa com o corpo, tem jornadas de trabalho de até 14 horas por dia, quer saber o cardápio da semana com antecedência e evitar embalagens plásticas por questões ambientais.

Ou seja, definir a persona do seu negócio vai lhe garantir um manancial muito maior de informações a respeito de quem de fato poderá se tornar o seu cliente e lhe reservar uma fatia de um mercado tão concorrido como é o de entrega de comida (ou qualquer outro que você esteja tentando conquistar).

E o que isso impacta na sua estratégia de marketing digital? Tudo. Porque marketing digital é, fundamentalmente, uma questão de direcionamento, é saber para quem anunciar o que, quando e de que maneira. Ao ter tantas informações na mão a respeito do seu público em potencial, você será capaz de preparar suas ações de modo muito mais preciso, alcançando e se comunicando diretamente com aquelas pessoas que têm maiores chances de serem fidelizadas pelo seu negócio.

Voltando ao nosso exemplo, a empresa de comidas saudáveis passaria a saber que precisará divulgar os cardápios da semana até, no máximo, o sábado anterior e possivelmente terá que viabilizar esquemas de pacote semanais ou mensais de refeições. Além disso, a companhia terá que trocar quentinhas de plástico por materiais biodegradáveis ou então dar desconto para clientes que devolvam suas embalagens na entrega seguinte.

Por fim, isso tudo deverá ser comunicado via internet sabendo-se exatamente quais as redes sociais mais usadas pela persona identificada e nos horários de lazer destes profissionais, que, como vimos, podem ser bastante reduzidos.

Esses dados não seriam descobertos apenas através do público-alvo, um conceito ultrapassado (mas ainda com algumas vantagens) que cede o lugar pouco a pouco a formas mais personalizadas e precisas de construir sua marca e se relacionar com o seu público, ou melhor, a sua persona.

 

 

O consumidor mudou, e você?

O consumidor no Brasil e no mundo mudou. E a sua empresa, se quiser ter sucesso, precisa mudar junto com ele. O avanço do mundo digital em todos os aspectos de nossas vidas empoderou o público e hoje é ele quem dá as cartas. Saber o que seus clientes querem é essencial para garantir que os seus produtos ou serviços continuem (ou se tornem) relevantes. A velha máxima ‘o cliente tem sempre razão’ precisa ser reformulada em novas bases. Nos tempos atuais, o cliente tudo sabe sobre as empresas. E as empresas têm que saber tudo sobre seus clientes para conseguir chegar até eles, conquistá-los e fidelizá-los.

Hoje em dia, toda e qualquer ação de uma empresa está ao alcance das mãos do consumidor e cada uma delas influencia na sua decisão de adquirir ou rejeitar seus produtos e serviços. Multinacionais usando trabalho escravo no sudeste da Ásia podem ver suas vendas despencarem em todo o mundo. Por outro lado, companhias social e ambientalmente engajadas serão vistas com bons olhos pelo público e poderão potencializar seus lucros. Há questões ainda mais delicadas, como visto nas últimas eleições, quando alguns grupos defenderam boicotes a empresas que anunciaram apoio a este ou aquele candidato.

Não é apenas pela sua imagem, contudo, que as marcas devem estar atentas às opiniões e escolhas dos consumidores. Entender a cabeça do público moderno – que é totalmente diferente do modelo que observamos nos últimos 40 anos, no mínimo, com a chegada da televisão – é fundamental para saber o que ele espera de uma marca, quando, como, onde e porque ele pretende adquirir o que ela oferta. Porém, para responder a essas cinco perguntas é preciso dar conta de uma questão inicial: quem é o seu público-alvo? Hoje, análises de mercado e métricas modernas conseguem fazer esse trabalho de maneira rápida e eficiente, oferecendo às empresas esta informação mais do que valiosa, essencial.

Com ela em mãos, sua empresa poderá empreender a mudança necessária na forma de se comunicar com seus clientes em potencial e encontrar respostas exatas para as cinco perguntas acima. Serão as respostas obtidas neste processo que deverão guiar as futuras ações de marketing digital da marca. Mas algumas linhas gerais do novo paradigma de abordagem, conquista e fidelização de clientes devem ser replicadas em todas as áreas.

Em primeiro lugar, descubra maneiras de trazer o público para perto da sua marca. Estimule sua participação, ouça sua opinião e, principalmente, faça com que os clientes percebam que estão sendo ouvidos, que os produtos e serviços são moldados para atender às necessidades dele e não apenas para facilitar as coisas para a sua empresa. Para tanto, é crucial moldar suas mensagens e posicionamentos à imagem e semelhança do seu público-alvo.

Além disso, busque surpreender os seus clientes. Propagandas no horário nobre da televisão e a repetição exaustiva dos mesmos anúncios ao longo de toda a grade de programação dos principais canais de TV aberta não são mais a forma ideal para cativar um público cada vez mais conectado e disperso. É fundamental buscar novas tecnologias, novas plataformas, novos formatos. Enfim, desenvolver uma nova comunicação para novos consumidores.

Novos Caminhos da Comunicação

A comunicação é peça-chave da vida em sociedade. Somente através dela que aprendemos novos conteúdos, construímos amizades, nos apaixonamos e experimentamos qualquer outra forma de interação social. Crucial ao desenvolvimento da Humanidade desde os desenhos nas paredes das cavernas na Pré-História, a comunicação vem sendo inteiramente reformulada pelo avanço tecnológico.

O advento do telefone, no final do século XIX, permitiu pela primeira vez que interações comunicativas se dessem à distância, entre pessoas que não estavam se vendo. Este processo de comunicação remota ganhou novo fôlego com os computadores e a Internet. Por e-mails, chats e WhatsApp, somos capazes de entrar em contato de maneira instantânea com pessoas do outro lado do globo. Estas modalidades são atualmente as formas mais frequentes de comunicação. Há cada vez mais gente – no Brasil e no mundo – que possivelmente digita mais palavras em conversas eletrônicas do que as pronuncia em bate-papos presenciais.

novos caminhos da comunicação se liga

É com base neste contexto que as empresas devem buscar novas bases para interação com seu público consumidor. E as redes sociais são hoje parte essencial desta mudança por dois fatores. O primeiro é a presença digital da marca. Contudo, este aspecto é mais fácil de ser percebido e a maior parte das companhias já compreendeu isso, criando perfis no Facebook, Twitter, Instagram e demais plataformas.

O grande diferencial, no entanto, reside em entender como a comunicação entre empresa e cliente foi alterada pelas redes sociais. Tradicionalmente, a relação marca e público era uma via de mão única na qual o fluxo comunicacional ia apenas das empresas para seus consumidores, que adotavam um papel passivo, de receptor das informações transmitidas pelas marcas e suas agências contratadas.

A situação hoje é inteiramente diversa. As redes sociais deram voz à massa de consumidores e esta voz, quando reverberada por compartilhamentos de outros usuários, pode ter importantes efeitos sobre a imagem de uma empresa. Imaginemos, por exemplo, a mãe de um recém-nascido que comprou dezenas de embalagens de fralda da marca X e boa parte delas veio com defeitos de fabricação.

Anteriormente, o alcance da reclamação desta mulher se resumiria ao seu restrito círculo de parentes e amigos. Hoje, a publicação desta mesma queixa em um grupo de mães de primeira viagem no Facebook pode fazer com que centenas de possíveis compradoras evitem as fraldas daquela marca e repercutam em seus círculos a mesma informação. O efeito dominó destas situações e o prejuízo econômico são incalculáveis.

Por isso, a comunicação empresarial nos dias atuais envolve de maneira essencial o monitoramento de redes sociais e a participação ativa do consumidor. Sua opinião agora tem que ser ouvida a cada passo e não mais apenas em pesquisas de satisfação pós-venda. Escutar o que o público tem a dizer não é apenas uma demanda dos consumidores, mas uma forma inteligente da empresa agir em mercados cada vez mais competitivos. Ao ouvir os clientes, a marca passa a saber exatamente quais seus anseios e necessidades e orienta todo o desenvolvimento de seus produtos e serviços para satisfazê-los. Isto, por sua parte, gera engajamento e fidelização, dois componentes crucias para o sucesso empresarial moderno.

Por que sua empresa deve investir em Marketing Digital?

O marketing é um dos fatores fundamentais para o sucesso de qualquer negócio e contra esta afirmativa pouco (ou nada) pode ser dito. Este campo do conhecimento já vem sendo estudado há décadas e tem influenciado profundamente ações empresariais ao redor do mundo. Contudo, assim como qualquer outra área profissional, o marketing foi fortemente impactado e modificado nos últimos 20 anos com a ascensão da tecnologia e sua onipresença em nossas vidas nos dias atuais.

O mundo hoje é digital, com 3 bilhões de pessoas conectadas através de computadores e smartphones. Apenas no Brasil, estima-se em mais de 100 milhões o número de usuários com banda larga em casa. Neste cenário, o marketing precisa se reinventar e tornar-se digital para obter sucesso.

Citando Philip Kotler, o pai do marketing moderno, “a única forma de ser digital, é se transformar”. Ser digital é um imperativo dos nossos tempos e insistir na negação desta urgência é o primeiro passo para o fracasso de qualquer empresa, seja uma grande multinacional já estabelecida no mercado ou uma companhia em formação.

É hora, portanto, de abandonar o velho marketing, tradicional e analógico. E os motivos para esta decisão são muitos. Em primeiro lugar, o velho marketing custa muito tempo e dinheiro, duas coisas em falta hoje em dia. Antes de lançar um produto, as empresas precisam investir em pesquisas e análises de mercado caras e de baixa eficácia, que não trazem segurança sobre o sucesso do novo produto ou serviço ofertado.

Depois, ainda mais dinheiro deve ser gasto em publicidade para que o produto continue sendo lembrado e vendido. Assim, o público consumidor nunca estava claramente mapeado e identificado, boa parte do volume de vendas se dava em compras por impulso e pouco fidelizadas e os custos de pós-venda elevavam os preços e podiam fazer até uma empresa ter prejuízo mesmo em produtos com relativo sucesso.

Este modelo está falido e um novo paradigma – digital, 4.0, inteligente – emergiu. E as empresas que quiserem ter sucesso precisam segui-lo. A primeira grande vantagem do marketing digital é permitir que uma companhia consiga descobrir de fato qual o seu público e o que ele espera do seu produto ou serviço. Neste modelo, novas métricas e práticassubstituem as velhas pesquisas aportando resultados mais confiáveis em prazos mais curtos e a custos mais baixos. Este é o passo inicial (e crucial) para uma jornada onde a empresa conduzirá seu público consumidor até sua fidelização total. Nesta trajetória, o marketing digital possibilita que os clientes se envolvam cada vez mais profundamente com suas marcas de preferência e passem, em alguns casos, até mesmo a defendê-la e incentivá-la em conversas com amigos e familiares.

Assim, podemos concluir apontando os principais motivos para uma empresa abraçar o marketing digital. Primeiramente, ele é mais barato, pois não há necessidade de grandes estruturas para dar partida em um projeto, assim como a análise de resultados é feita em menos tempo. Além disso, a companhia se torna mais aberta à participação do público, que interage e entrega feedbacks quase instantâneos às suas ações. Esta medida, por sua vez, garante ganho de credibilidade e, o mais importante, coloca a marca à frente da concorrência, que seguirá tropeçando nos obstáculos do velho marketing.

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